
Funcionárias terceirizadas da Texel, responsáveis pela limpeza em creches e escolas municipais de Mairinque, denunciam salários defasados, FGTS atrasado e ausência de adicional de insalubridade.
O salário pago atualmente é de R$ 1.590, valor considerado abaixo do piso da categoria. Além disso, as trabalhadoras afirmam que há pelo menos quatro meses não recebem corretamente o repasse do FGTS, mesmo com o desconto aparecendo no holerite.
>“Sabe porque eu acho muita humilhação? Nosso serviço já é pesado, mas não temos o devido respeito. Somos uma classe jogada para os cantos. Receber esse salário que recebemos, pelo amor de Deus. Só Jesus mesmo”, relatou uma funcionária que preferiu não se identificar.
Além do baixo valor, os atrasos de pagamento são frequentes. Segundo as funcionárias, sempre que cobram uma resposta da empresa, recebem a mesma explicação:
“Dizem que é a prefeitura que está atrasando o pagamento da empresa. Mas quem sofre somos nós, que ficamos sem salário no dia certo.”
As trabalhadoras pedem que o prefeito Eduardo Thomas intervenha na situação e assegure condições, salários em dia, pagamento do FGTS, adicional de periculosidade e condições dignas de trabalho.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




