
A confirmação de novos casos da bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) desencadeou uma reorganização crítica na rede municipal de saúde de Campinas, gerando filas de espera e incertezas para os pacientes. No Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, a interdição parcial da UTI Adulto — que não recebe novos pacientes desde o dia 10 de março — provocou um efeito cascata: leitos de enfermaria estão sendo usados para casos graves, deixando pacientes da emergência retidos em macas.
O impacto é sentido diretamente por famílias como a de Fábio Marques da Silva, que aguarda vaga para a cirurgia de fêmur da mãe. Segundo ele, a falta de previsão e a ausência de esclarecimentos sobre o surto bacteriano aumentam a angústia de quem depende da unidade.
Atualmente, nove pacientes infectados estão em isolamento sob cuidados de equipes exclusivas. A Rede Mário Gatti estima que a normalização do fluxo de atendimento ocorra em até 30 dias, prazo necessário para cumprir o plano de contingência e segurança sanitária.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




