
Banhistas e moradores têm usado as redes sociais para reclamar dos preços cobrados por alimentos e bebidas em barracas ao longo da orla de Santos, especialmente na praia do José Menino, já no limite com a cidade de São Vicente. Segundo relatos, uma porção simples custa um valor alta, surreal, os valores estariam bem acima do esperado, causando indignação entre frequentadores do local.
Entre os exemplos citados, a porção de isca de peixe chega a custar R$ 190, enquanto a isca de frango é vendida por cerca de R$ 180. Já uma porção média de camarão pode alcançar R$ 200, valor que muitos consideram incompatível com a quantidade servida.
As reclamações também se estendem às bebidas. Um refrigerante Coca-Cola de 2 litros estaria sendo comercializado por R$ 35, enquanto a garrafa de 1,5 litro custa em torno de R$ 25 em algumas barracas da região. Para os consumidores, os preços elevados tornam o passeio na praia cada vez mais caro e afastam famílias que buscam lazer acessível.
Diante da situação, frequentadores pedem mais fiscalização e transparência na cobrança, além de maior concorrência entre os comerciantes, como forma de equilibrar os preços e garantir que o lazer à beira-mar não se torne um privilégio restrito a poucos.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




