Gerente de banco é preso pela segunda vez por quebrar medida protetiva em São Roque

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Gerente De Banco Quebra Medida Protetiva Em São Roque E Foge Para Evitar Ser Preso

O gerente bancário Murilo Malandrim voltou a ser preso pelas autoridades policiais após reincidir nos crimes de perseguição e descumprimento de medida protetiva contra sua ex-mulher. A detenção ocorreu dentro de um condomínio em São Roque, marcando um novo capítulo em um caso que já havia ganhado repercussão.

Murilo Malandrim, que trabalha em uma agência bancária em Araçariguama, já havia sido alvo de uma operação de inteligência anteriormente, quando foi capturado em um hotel de luxo em Caldas Novas (GO) após passar semanas foragido — ele foi preso em Caldas Novas após a reportagem do Jornal Correio do Interior.

Reincidência e prisão

Mesmo após a primeira prisão, em dezembro de 2025, e o rigor das ordens judiciais, Murilo voltou a violar as restrições impostas pela Lei Maria da Penha. Segundo apurado, ele estava perseguindo a ex-mulher, o que levou a justiça a expedir um novo mandado de prisão preventiva.

A mais nova prisào ocorreu a cerca de 1 semana, desta vez ocorreu em solo paulista. Agentes localizaram o gerente em um condomínio em São Roque, cidade onde reside e onde os processos originais tramitam. Na primeira vez que foi preso ele ficou na cadeia por dois meses e saiu com empenho de seu advogado.

Histórico de Crimes

O inquérito que pesa contra o gerente de banco é extenso e envolve crimes digitais e de violência psicológica:

  • Quebra de medida protetiva (Art. 24-A da Lei 11.340): Desrespeito direto às ordens judiciais de afastamento da vítima.
  • Perseguição (Stalking): Ações reiteradas que ameaçam a integridade e restringem a liberdade da ex-mulher.
  • Invasão de dispositivo informático: Uso de técnicas para acessar dados e dispositivos da vítima sem autorização.
  • Ameaça em contexto doméstico: Intimidações diretas que abalaram severamente o estado emocional da ex-companheira.

O gerente foi conduzido à Delegacia de Polícia e logo encaminhado a uma unidade prisional, onde permanece preso. Como o descumprimento de medidas protetivas é um crime que raramente permite nova liberdade provisória em casos de reincidência, a expectativa é que ele aguarde o julgamento detido.