
A mineração brasileira atravessa um ciclo de expansão acelerada, com avanço concentrado nos últimos anos e presença crescente em diferentes regiões do país. Levantamento do MapBiomas mostra que cerca de 58% de toda a área minerada no Brasil desde o período colonial foi aberta entre 2015 e 2024, refletindo a abertura de novas frentes de operação e o aumento da demanda por equipes especializadas.
Esse crescimento já impacta diretamente a formação de equipes no setor. “Temos acompanhado esse avanço de forma mais intensa em estados como Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro, onde as operações vêm ampliando a demanda por profissionais qualificados e mais preparados para o ritmo da atividade”, afirma Ricardo Oheb Sion, CEO da MSA RH, consultoria especializada em recrutamento para setores industriais e de infraestrutura, com atuação nacional.
Esse movimento redesenhou o mapa da atividade mineral e aumentou a pressão sobre a formação de equipes. Em operações que combinam exigência técnica, rotinas contínuas e localização remota, manter profissionais no cargo passou a ser tão decisivo quanto contratá-los.
Preencher a vaga já não resolve o problema quando o profissional não se sustenta na rotina da operação. A dinâmica da mineração expõe um ponto que nem sempre aparece nas análises mais amplas sobre o setor. Encontrar profissionais qualificados é apenas parte do processo.
A permanência depende de fatores menos visíveis, como adaptação ao ambiente, resistência à rotina operacional e aderência às exigências de segurança. Esse tipo de desalinhamento costuma se tornar mais evidente em operações industriais fora dos grandes centros, onde as condições de trabalho exigem maior adaptação e preparo por parte dos profissionais.
“A formação técnica é só uma parte. O que sustenta a permanência é a capacidade de lidar com o ambiente, com a rotina e com o nível de exigência da operação. Quando isso não fica claro desde o início, a ruptura acontece cedo”, afirma Ricardo Oheb Sion.
A entrada de um profissional desalinhado não costuma gerar um problema isolado. A equipe perde consistência, as lideranças assumem novas demandas e o ritmo da operação sofre ajustes constantes. Em atividades que dependem de coordenação e previsibilidade, esse tipo de instabilidade se espalha rapidamente.
Para lidar com esse tipo de cenário, o recrutamento passa a exigir uma leitura mais ampla do contexto da operação. Em vez de avaliar apenas a formação técnica, o processo precisa considerar a adaptação ao ambiente, à rotina e ao nível de exigência das atividades.

Na MSA RH, essa análise faz parte da estrutura do processo seletivo. A condução inclui avaliação de fatores comportamentais e de contexto, alinhamento claro de expectativas e entendimento detalhado das condições reais da função. Esse cuidado contribui para decisões mais consistentes e reduz a necessidade de substituições ao longo do tempo.
“Quando o profissional entra com uma expectativa clara e alinhada ao que vai encontrar, a adaptação acontece de forma mais consistente. Isso reduz a rotatividade e ajuda a manter a operação mais estável, inclusive em aspectos ligados à segurança”, observa o CEO da MSA RH.
O avanço da mineração no Brasil amplia não apenas a produção, mas também a responsabilidade de formar equipes capazes de se manter em ambientes exigentes. A decisão de contratar passa a exigir leitura mais precisa de contexto, rotina e comportamento.
Preencher vagas deixou de ser o principal desafio. Evitar rupturas que comprometem o funcionamento contínuo das operações se tornou prioridade. Quando o recrutamento consegue antecipar essas variáveis, ele deixa de reagir a problemas e passa a sustentar a estabilidade da operação.
Para conhecer mais sobre a atuação da MSA RH em recrutamento para operações industriais, acesse www.msarh.com.br.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




