Brasileiros vão pagar mais barato em azeite, queijo e vinho

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A razão principal para queijos, vinhos e azeite ficarem mais baratos no Brasil em janeiro de 2026 (e nos próximos anos) está ligada a mudanças nas tarifas de importação decorrentes de um novo acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia — e não a quedas de preços isoladas ou temporárias no mercado interno.

Acordo Mercosul – União Europeia e redução de tarifas.

Em janeiro de 2026, avançou um acordo comercial histórico entre o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai) e a União Europeia (UE) que estabelece a redução ou eliminação gradativa de tarifas de importação para uma série de produtos europeus — entre eles:

  • Queijos europeus;
  • Vinhos importados da UE;
  • Azeites de oliva;

Com a diminuição dessas tarifas, esses produtos entram no Brasil com custos menores sobre o preço final no varejo, porque parte dos impostos que antes encareciam a importação começa a ser reduzida ou zerada.

Como isso impacta diretamente o preço para o consumidor


Quando o governo reduz tarifas de importação:
O preço de compra dos importadores cai (eles pagam menos imposto sobre o produto que entra no Brasil).
Essa redução pode ser repassada ao varejo, que assim vende por preços menores ao consumidor.
No caso de queijos, vinhos e azeite, como muitos são importados da Europa, essa redução tributária tende a deixar esses produtos mais baratos nas prateleiras ao longo de 2026 e nos anos seguintes.

Observação importante sobre o tempo até o efeito completo


Esse barateamento não ocorre tudo de uma vez imediatamente. O acordo estabelece um cronograma de eliminação de tarifas que pode se estender por vários anos (até mais de uma década para alguns produtos). Mas já em janeiro de 2026 começou a haver expectativas e efeitos iniciais de redução nos preços em função da confirmação e início de implementação do acordo.

Outros fatores de queda de preços (no Brasil em geral)


Embora o acordo comercial seja o principal motivo para produtos importados como vinho, queijo e azeite, também vale citar que a inflação de alimentos no Brasil desacelerou em 2025, com alguns itens ficando mais baratos em relação ao ano anterior, ajudando a pressionar os preços para baixo em 2026.


Por fim a expectativa de preços menores de queijo, vinho e azeite no Brasil em 2026 decorre principalmente da redução de tarifas de importação graças ao acordo Mercosul-UE, que incentiva maior oferta e menor custo desses produtos importados no mercado brasileiro — e essa tendência deve continuar ao longo dos próximos anos à medida que as tarifas forem sendo eliminadas.