Deficientes auditivos podem se aposentar mais cedo

Gabriel Kazuo

22 de julho de 2021
Atualização:22 jul 2021 às 12:43

Deficientes auditivos, ou que sofrem com perda auditiva podem se aposentar mais cedo, segundo diretrizes do INSS. Além disso, eles podem contribuir por menos tempo com a Previdência Social. Saiba a seguir como isso funciona:

Via de regra, todos os deficientes podem se aposentar mais cedo pelo INSS, desde que o grau da deficiência os impeça de trabalhar de forma adequada. Apesar de trabalharem por menos tempo que as pessoas sem deficiência, eles podem usufruir de outros benefícios para complementar a renda.

Assim como as pessoas normais, os deficientes auditivos podem se aposentar ou por idade, ou por tempo de contribuição. Por tempo de contribuição, é necessário que o deficiente trabalhe por 180 meses, ou 15 anos, no mínimo. Dependendo do grau da deficiência, o tempo de contribuição pode aumentar para além disso.

Em relação à aposentadoria por idade, a nova Reforma da Previdência tirou essa opção para os deficientes, que apenas deverão trabalhar por tempo de contribuição para o INSS: 25 a 33 anos para homens e 20 a 28 nos para mulheres. 

O valor da aposentadoria equivale a 100% do salário de benefício, definido pela média dos salários que o trabalhador deficiente ganhou em toda a sua vida. Além disso, dependendo do grau de deficiência, os beneficiários podem contribuir com o INSS apenas com o limite mínimo de contribuição.

Requisitos para a aposentadoria de deficientes

  • Ter uma conta no INSS;
  • Comprovar a deficiência via audiometria pelos peritos do INSS;
  • Ter pelo menos 60 anos para homens, 57 para mulheres e 15 anos de contribuição;
  • Ter trabalhado no tempo exigido pelo INSS para receber o direito.

Vale ressaltar que, mesmo aqueles que usam aparelhos auditivos, e possam desfrutar do seu trabalho normalmente, o INSS garantirá que esse benefício seja recebido.

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