Trump anuncia captura de Nicolás Maduro após ofensiva militar em Caracas

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Trump Anuncia Captura De Nicolás Maduro Após Ofensiva Militar Em Caracas

Neste sábado (3/1), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou a rede Truth Social para confirmar uma operação militar em solo venezuelano. Segundo o republicano, as forças americanas realizaram uma incursão que resultou na detenção de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores, que foram transferidos para fora da Venezuela. Apesar do ataque à capital, Caracas, ainda não foram registrados dados sobre vítimas.

Detalhes da Operação “Lança do Sul”

Em comunicado oficial, Trump descreveu a ação como um “ataque de grande escala bem-sucedido”, executado em parceria com órgãos de segurança dos EUA. Uma conferência de imprensa detalhando a missão está agendada para as 13h (horário de Brasília).

O movimento marca o ápice da operação iniciada no segundo semestre de 2024, sob a justificativa de combate ao narcotráfico internacional. Os EUA acusam Maduro de liderar o Cartel de los Soles, grupo recentemente catalogado por Washington como uma organização terrorista.

Reação de Caracas e Mobilização Regional

O governo venezuelano reagiu imediatamente, classificando o ato como uma “agressão imperialista” e declarando estado de emergência nacional. Pontos principais do posicionamento oficial incluem:

  • Convocação Popular: O governo bolivariano pediu que civis e militares se mobilizem para defender a soberania do país.
  • Alvos Atingidos: Além de Caracas, foram relatadas ofensivas nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
  • Críticas ao Diálogo Interrompido: A captura ocorre apenas dois dias após Maduro manifestar, em entrevista, o desejo de manter um diálogo sério com Trump.

Impacto Internacional

A escalada militar na região, que conta com a presença do porta-aviões USS Gerald R. Ford e submarinos nucleares, gerou repercussões imediatas:

  1. Colômbia: O presidente Gustavo Petro denunciou o bombardeio com mísseis e solicitou reuniões de emergência na ONU e na OEA.
  2. Irã: Teerã condenou a ação, classificando-a como uma violação direta do direito internacional e da soberania das nações.
  3. Brasil: O governo brasileiro tem monitorado a situação de perto, com o presidente Lula orientando seus auxiliares sobre como lidar com a instabilidade na fronteira.

Até o momento, a comunidade internacional aguarda as imagens e provas da custódia do líder venezuelano que deverão ser apresentadas por Washington.