Redes Sociais anunciam medidas para combater Fake News nas Eleições 2020
PUBLICIDADE

Redes Sociais anunciam medidas para combater Fake News nas Eleições 2020

Gabriel Kazuo

16 de outubro de 2020
Atualização:16 out 2020 às 12:07

Sete das principais redes sociais no Mundo anunciaram, no começo da manhã desta sexta-feira (16), medidas para combater a disseminação de Fake News, durante o mês eleitoral. WhatsApp, Facebook, Instagram, Google, YouTube, Twitter e TikTok firmaram parcerias com o TSE para coibir a postagens de notícias falsas que tem como objetivo enganar o eleitor e ofender demais candidatos.

O TSE já havia proibido o disparo em massa de notícias no WhatsApp e SMS, e criado regras rígidas para a publicidade online. Porém, novas medidas foram anunciadas, que são as seguintes:

WhatsApp

  • Limitação de mensagens compartilhadas por inúmeras pessoas;
  • Notícias que forem massivamente compartilhadas terão um ícone que apontará se a informação é verdadeira ou não em sites de checagem de boatos;
  • Criação de um canal próprio do TSE (+55 61 9637-1078), para os eleitores tirarem dúvidas sobre as Eleições;
  • Criação de emojis e figurinhas próprias para o pleito municipal;
  • Proibição de contas robôs e disparo de notícias em massa.

Facebook e Instagran

  • Criação de ferramentas de Transparência para Publicidades Eleitorais;
  • Identificação e cadastramento de pessoas que desejam fazer propaganda eleitoral nessas redes;
  • Criação de uma seção (Anúncios) só para fins eleitorais;
  • Criação de uma ferramenta para divulgação de informações sobre as Eleições;
  • Fiscalização rigorosa nos dias de votação.

Google

  • Divulgação de informações sobre as Eleições;
  • Assim como no Facebook, candidatos, partidos e demais pessoas que desejem veicular anúncios pagos deverão preencher um cadastro de identificação;
  • Todas as notícias receberão um selo identificando se o fato é verdadeiro, ou se é boato, junto com os sites de checagem;

YouTube

  • Criação de uma seção só para notícias de Veículos de Comunicação;
  • Criação de um ícone para checar se os vídeos são verdadeiros, ou não;
  • Identificação dos canais do YouTube, como órgãos oficiais de notícias, ou órgãos não-oficiais.

Twitter

  • Busca por hashtags, ou palavras-chave relacionadas com as Eleições na rede social, para que possam ser inseridas informações sobre o pleito municipal do TSE;
  • Criação de uma página destinada somente para as Eleições;
  • Transmissões ao vivo em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral;
  • Proibição da veiculação de propaganda paga.

TikTok

  • Criação de um perfil do TSE;
  • Criação de um canal próprio para denúncias de irregularidades;
  • proibição de propaganda paga.

Gabriel Kazuo

Formando em jornalismo pela faculdade ESAMC, é jornalista de editoria geral no Correio do Interior. [email protected]

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *