PUBLICIDADE

Preso, Carlos Aymar faz aulas do Telecurso e vira empreendedor e lança programa “Meu presídio minha vida”

Redação

28 de outubro de 2019
Atualização:28 out 2019 às 22:51

Crônica – Carlos Aymar segue preso no presidio de Sorocaba, e engana-se quem acha que ele está comendo o pão que o diabo amassou. Muito pelo contrário, ele agora é empreendedor. 

Há três semana, Carlos não perdeu oportunidade e logo se lançou no mundo de novos negócios. Em pouco tempo preso, depois de ser pego recendo R$ 15 mil de um sistema de crédito lançado por ele e sua esposa Lili Cajamar, denominado “Paga que nóis libera”, Carlos refletiu muito sobre a falência da sua firma, e viu atrás das grades uma luz no fim do túnel, ou melhor dizendo, da cela. 

“Cheguei aqui muito triste. O Governo e os ‘Pulícia’ quebrou minha firma, levaram tudo que eu tinha, mas sem ‘probrema’, eu estava determinado a começar tudo do zero, e aqui no presidio mesmo eu vi uma oportunidade boa depois de ver umas fita VHS do Telecurso 2000. Eu juntei uns pá de detento na minha cela e os verme acho que eu estava comandando uma rebelião, mas na verdade eu estava promovendo uma reunião de capacitação dos irmão para trabalhar na minha nova firma”. Disse Aymar. 

Carlos agora é dono de um SPA integrado dentro do Presidio.  O empreendimento oferece serviços não só de SPA para os detentos, mas de hotelaria em geral. 

“Sempre trabalhei na minha vida pelo desenvolvimento das pessoas e pela geração da economia, e por aqui não está sendo diferente, eu estou dando oportunidade de uma vida melhor as pessoas, aos detentos. Eu não queria me juntar aos demais presos e fazer bolas ou boné da Lacoste, eu queria algo maior, ai montei o SPA.” 

Ao programa Grandes Empresas Pequenos Negócios, Carlos não informou da onde conseguiu o dinheiro para investir no novo negócio, e muito menos a quantia, mas disse que foi pela mina de ouro. Em detalhes ele falou brevemente sobre como funciona o negócio atrás das grades. 

Hoje, os detentos tem uns smartphone  e uns radinho, eles liga pra umas pá de pessoa que nois ta ligado que vai rodar e oferece um serviço de estadia com maior comodidade aqui no presidio, sendo possível alugar cela com sauna, frigobar, netflix, serviço de arrumação, massagem, entre outros. 

A lista com o número das pessoas que serão presas, Carlos disse que consegue na – ACC – Associação Comercial do Crime, e acabou revelando o nome de uns Políticos que podem em breve fazer uso de seu serviço. 

“Meus amigos, nóis ta pra receber várias visitas, vários conhecidos, eu só posso dizer dois nomes que se não a exposição fica alta demais, mas um deles é o Crespo e o outro é o Peixinho que pediu uma cela grande, proporcional pra ele, ai ele pediu umas revistas eróticas também, disse que vai ficar sem a muie dela, vai passar uma período aqui… acho que ele ta separando da esposa não sei….” Disse ele. 

Para contratar o serviço, Carlos disse que não tem complicação, não faz consulta ao SPC e nem Serasa, pois muita gente tem o nome “sujo”, e pode parcelar o pagamento em até 10 vezes sem juros, porém não informou os valores dos pacotes. Mas ao que apurado pelos estagiários, algumas celas chegam a custar R$ 10 mil ao mês. 

Ao final da entrevista, Carlos disse que está captando alguns clientes comum sem status de fama, através da interne usando o Google Ads, Marketing Multinível e impulsionando páginas no Facebook. 

 

*** Este conteúdo é uma crônica fictícia, não tendo em partes veracidade com os fatos cotidiano. Em liberdade de imprensa o Correio do Interior apresenta o conteúdo com o objetivo de chamar atenção de seus leitores para à real e verídica situação dos casos que ocorrem no cotidiano, por meio de humor embasado em situações e fatos reais.  As crônicas aqui estão ligadas a editoria/sessão de entretenimento.

Redação

O Correio do Interior é produzido por jornalistas que apuram e checam informações dos fatos diariamente noticiados no jornal

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *