Mulher de homem morto no Carrefour recusa indenização de R$ 1 milhão
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Mulher de homem morto no Carrefour recusa indenização de R$ 1 milhão

Redação

1 de abril de 2021
Atualização:01 abr 2021 às 22:05

Milena Borges Alves, viúva de João Alberto, homem que foi espancado até a morte por dois seguranças do Carrefour, não aceitou a proposta de acordo de R$ 1 milhão feito pela empresa. Os advogados de Milena encerraram as negociações no último dia 24 de março e devem entrar na Justiça cobrando entre R$ 10 milhões a R$ 15 milhões. Os valores seriam indenizações por dano moral e material.

A defesa de Milena recusou o montante oferecido pela rede de supermercados pois foi o mesmo pago pela morte do cão Manchinha, espancado por um segurança também no Carrefour, em Osasco na Grande São Paulo. A empresa destinou R$1 milhão para instituições de causas animais.

A rede de supermercados fechou acordo com a filha de Milena, enteada de João Alberto. O pai de Alberto, o pastor João Batista Rodrigues, 65 anos, também fechou negociação. Os valores não foram revelados devido ao termo de confidencialidade.

O caso que chocou o Brasil

Beto foi morto no Carrefour no dia 19 de novembro de 2020, em Porto Alegre. A esposa do homem, Milena Borges Alves, contou que o casal foi ao supermercado comprar ingredientes para fazer uma receita de pudim e comprar verduras.

De acordo com Milena, eles ficaram poucos minutos dentro do estabelecimento e Beto saiu na frente em direção ao estacionamento. Ao chegar no local, ela se deparou com o marido no chão, e foi impedida de chegar perto dele.

O Correio do Interior é produzido por jornalistas que apuram e chegacam informações dos fatos diariamente notíciados no jornal.

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