Mercado de seguros movimenta 6,5% do PIB brasileiro


01/04/2019 l Atualizada em - 01/04/2019 às 16:46

No Brasil, cerca de 17,1 milhões de veículos possuem seguro. Apesar do número apresentado pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais) parecer alto, grande parte da frota brasileira ainda não está segurada. Tal realidade evidencia uma das maiores dificuldades para quem atua nesta área: mostrar à população o quanto é necessário resguardar seus bens.

Para o diretor executivo da Quisto Corretora de Seguros, Henrique Mol, a mente dos brasileiros está mudando: “As pessoas estão começando a entender a importância de soluções do mercado de seguros, algo que já é muito comum em países mais desenvolvidos“. E essas soluções não se restringem apenas a produtos voltados a automóveis, como evidencia o diretor: “Na verdade, o leque de opções é enorme e muito variado. Nós oferecemos seguros que muitas pessoas nem sabiam que existiam e trabalhamos para conscientizar o público de que é fundamental investir em algo capaz de te proteger de eventualidades”, explica.

Cenário positivo

No franchising há menos de um ano, a Quisto oferece mais de 90 soluções de seguros tanto para pessoas físicas quanto jurídicas e já conta com 70 unidades franqueadas. Com mais de 20 empresas parceiras, os serviços cobrem automóveis, residências, condomínios, empresas, viagens, equipamentos, entre outros.

O setor de seguros fechou 2018 com arrecadação de R$245,6 bilhões em prêmios, segundo a CNseg. Algumas soluções surpreenderam e apresentaram crescimento considerável, como seguros para riscos pessoais (seguro de vida, de acidentes, entre outros) que movimentou R$41,4 bilhões no ano passado, com crescimento 9,4% maior do que o registrado em 2017; e de proteção financeira (prestamista) que além de representar 30% de todo o setor, faturou R$11,3 bilhões em 2018, resultado 19% superior a 2017.

Na visão de Mol, o aumento da procura por seguros prestamistas pode ser explicado pela retomada da economia brasileira que impulsiona as vendas no varejo, fazendo com que o público parcele suas compras. “Por mais que a retomada de crédito tenha sido positiva, muitos brasileiros preferem parcelar do que pagar à vista. O seguro prestamista é a garantia de que sua conta será paga caso algo aconteça com sua renda”, explica. O seguro cobrirá as parcelas em caso de demissão sem justa causa, por exemplo.

Expectativas

Cerca de 6,5% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro equivale ao mercado de seguros, e para quem atua na área, esse número só tende a crescer. É que com o fim da crise o brasileiro passou a ter mais confiança no mercado e a investir mais, o que trouxe resultados diretos para o mercado de seguros. “Quem investe no carro, numa casa, em bens materiais que custam muito caro, precisa ter alguma segurança. O seguro é a única chance de se prevenir caso aconteça alguma eventualidade”.

Com o intuito de gerar novas conversões e mostrar para o cliente a importância de investir em soluções de seguros para as mais diversas finalidades, a Quisto oferece ao franqueado um dos maiores comissionamentos do mercado de franquias, podendo chegar a até 85%. “Os franqueados estão na linha de frente da operação e são eles quem lidam diretamente com o cliente final. Esse maior comissionamento, além de ser justo, gera uma motivação maior ao franqueado e é isso que movimenta os negócios”.

O diretor evidencia que muitas corretoras “empurram” planos que, muitas vezes, não são ideais para aquele cliente. Para Mol, essa prática é o que “mancha” a reputação das seguradoras. “Na Quisto nós avaliamos o perfil do cliente e oferecemos soluções que se adequam a sua necessidade. Nosso trabalho é elucidar o cliente para que ele tenha exatamente aquilo que ele precisa“, salienta.

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