Ludmilla planeja ‘engravidar’ a esposa, Brunna Gonçalves e ser mãe

Redação

21 de junho de 2021
Atualização:21 jun 2021 às 12:21

A cantora Ludmilla disse em entrevista para a revista Vogue, nesta segunda-feira (21), que está planejando uma gravidez compartilhada com a esposa, Brunna Gonçalves. As duas renovaram os votos de casamento recentemente em uma ilha paradisíaca do Caribe.

Ludmilla afirmou que deseja aumentar a família e para isso vai pôr seu óvulo no útero da companheira Bruna. “Só queremos viver a nossa escolha, o nosso amor e ser felizes!”, disse a cantora.

A funkeira também declarou que suas atitudes ajudam as causas LBGTQI+, pois sua escolha de ser mãe pode abrir debates importantes na sociedade e também pode influenciar positivamente aquelas pessoas que desejam ser pai/mãe, mas têm medo de enfrentar o preconceito.

“Acredito que uso muito mais com minhas ações como, por exemplo, quando beijo a minha mulher ao vivo em rede nacional, em uma das maiores audiências da televisão brasileira. Mas, além disso, sempre falo que precisamos fazer o máximo que pudermos para sermos felizes. Não é fácil ser uma das letras dessa sigla, mas precisamos lutar por respeito, porque somos seres humanos como qualquer outro, que exercem seus deveres, pagam seus impostos, respeitam o próximo, e ponto”, afirmou a cantora.

“O meu maior facilitador primeiramente é o fato de eu ser uma pessoa independente. Imagina quem não é independente e que ainda tem uma família que não aceita sua orientação sexual? Aí o buraco é mais embaixo.

Então sempre incentivo que, primeiro, precisamos ser felizes e, em seguida, que devemos batalhar pela nossa independência. Isso não substitui o afeto, que tenho certeza de que todos gostariam de ter da própria família, mas dá mais segurança. Sobre a fama, acho que se não fosse uma artista conhecida, as coisas seriam bem diferentes. Tenho todas as características de alvo: mulher, preta, bissexual, periférica, do funk… Mas tudo na vida tem um propósito e espero, de verdade  inspirar pessoas que ainda não se sentem confortáveis em compartilhar sobre a própria orientação com a família, ou inspirar um pai/mãe a se sensibilizar com minha história, que também pode ser a do filho/a dele, sabe?”, finalizou Ludmila.

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