Lázaro Barbosa tentou matar menina de 3 anos e sua mãe
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Lázaro Barbosa tentou matar menina de 3 anos e sua mãe

Igor Juan

1 de julho de 2021
Atualização:01 jul 2021 às 20:17

Lázaro-Lázaro Barbosa-Lázaro Barbosa tira fotos de vitimas

Lázaro Barbosa foi morto no dia 28 de junho em uma ação Policial em Goiás.

Mais um crime de Lázaro Barbosa foi revelado, ação que ocorre antes dele ser morto no dia 28 de junho. Um caseiro de uma propriedade rural relatou ele e toda a família foram vítimas do serial killer um mês antes dele matar quatro pessoas de uma família em Ceilândia (DF) no dia 9 de junho, quando início

Em entrevista ao Jornal Metrópoles, Uildson Rodrigues Lopes, de 25 anos, contou que Lázaro invadiu a casa em que morava, no dia 11 de maio, e atirou na esposa grávida e na filha dele. O tiro pegou no joelho da gestante e ainda acertou de raspão a menina, de 03 anos.

Antes de ir embora, Uildson alega que Lázaro também roubou a quantia de R$ 6 mil, que era tudo o que o casal havia conseguindo economizar nos últimos anos. O caseiro não sabia quem era o autor do crime até a divulgação das primeiras imagens após a chacina.

“No dia que ele rendeu a gente, observei que no rosto dele tinha uma pequena cicatriz. Até registrei esse detalhe na ocorrência policial. A altura dele, uns 1,80m e tinha uma barba rala. Tenho totalmente certeza [que era ele]”, detalhou.

De acordo com o trabalhador, o maníaco chegou sozinho na chácara, logo no início da noite, com um colete à prova de balas, uma arma e uma faca. Em seguida, abordou o cunhado dele e rendeu três adultos e duas crianças.

“[Ele] chegou exigindo dinheiro, armas, celulares e tudo de valor que havia na propriedade. Disse que se a gente reagisse poderia se arrepender muito mais”, relembrou o caseiro.

“Ele já estava vigiando a gente do mato. Os cachorros estavam latindo e nós não demos importância. Pediu até as notas fiscais dos telefones celulares”, acrescentou.

Por causa do trauma que sofreu, Uildson afirma que está desempregado e se mudou com a família para Minas Gerais. Depois da morte de Lázaro, perdeu também a esperança de recuperar o que foi levado.

“Como ele já morreu, não tenho mais como recuperar o que ele me levou. Se tivessem pego ele vivo, até que eu iria, mas já morreu mesmo”, disse.

O caso já havia sido registrado anteriormente sem autoria. Agora, a expectativa é que, em breve, o caseiro seja ouvido pela Polícia Civil para auxiliar nas investigações.

O Correio do Interior é produzido por jornalistas que apuram e chegacam informações dos fatos diariamente notíciados no jornal.

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