Irmão de Zezé Di Camargo diz que morte de Preta Gil foi castigo e causa revolta nas redes sociais

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Morte De Preta Gil Foi Castigo

A morte de Preta Gil foi castigo, assim diz o irmão de um dos maiores cantores sertanejos do Brasil. Uma declaração feita por Welington Camargo, irmão do cantor sertanejo Zezé Di Camargo, gerou grande polêmica nas redes sociais nesta semana. Em um vídeo publicado no Instagram, o cantor gospel afirmou que a morte de Preta Gil teria sido “um castigo divino”, atribuindo a fala a uma suposta blasfêmia da artista.

“Eu fiquei muito triste com isso, porém nós sabemos que a Bíblia diz que de Deus não se escarnece”, disse Welington, antes de exibir um vídeo antigo de Preta Gil fazendo uma declaração polêmica. “Vou botar um vídeo dela dizendo que dar o [ânus] é bom, é maravilhoso, e olha bem onde foi a doença dela”, afirmou ele, referindo-se ao câncer que a cantora enfrentou no intestino.

Embora tenha dito que não quis desrespeitar a memória de Preta, Welington reforçou sua opinião de que as palavras da artista não deveriam passar despercebidas. “Não se escarneçam de Deus, porque de Deus não se escarnece. Sinto muito, deixo meu abraço à família dela, que Deus possa a ter em um bom lugar”, concluiu.

A fala causou grande repercussão nas redes sociais e dividiu opiniões. Muitos seguidores criticaram o tom do comentário. “Gosto muito de você e de toda a família Camargo, mas acho desnecessário esse tipo de comentário”, comentou um internauta. “Você deveria respeitar a família dela”, disse outro. Já um terceiro ressaltou: “Acho que esse não é o momento”.

Por outro lado, houve quem concordasse com a opinião do cantor. “Verdade, amigo, lembro disso…”, escreveu um seguidor. “A pura verdade”, afirmou outro.

Após a repercussão, Welington respondeu a um dos comentários dizendo que não mentiu sobre nada do que disse. “Tudo o que falei está na internet, inclusive ela falando. Ela deveria ter segurado a boca. Deus é bom, mas é justo”, declarou.

A declaração segue gerando debate e levanta questões sobre limites da opinião religiosa, respeito à memória de pessoas públicas e o impacto das redes sociais em momentos de luto.