Homem confessa que roubava calcinhas de inquilina em Mairinque por obsessão por calcinhas

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Homem Confessa Que Roubava Calcinhas De Inquilina Em Mairinque Por Obsessão Por Calcinhas

Uma moradora do bairro Vila Granada, em Mairinque, decidiu se mudar após descobrir que o próprio dono do imóvel onde vive vinha furtando suas calcinhas do varal. O caso, que começou com o misterioso sumiço das peças íntimas, tomou um rumo ainda mais perturbador, quando o proprietário confessou o que havia feito.

Segundo o relato da inquilina, o desaparecimento das calcinhas começou há cerca de dois meses. Sempre que lavava roupas e deixava no varal para secar, ao voltar do trabalho, percebia que uma ou outra peça havia sumido — sempre calcinhas, uma por vez.

Desconfiada, ela passou a observar mais atentamente a movimentação na casa, que conta com um jardim nos fundos e duas casas desocupadas, ambas pertencentes ao dono do imóvel, que frequentemente aparecia para cuidar das plantas.

A situação se esclareceu quando, durante um reparo solicitado pela moradora, ela percebeu algo estranho: o proprietário, ao se abaixar para pegar uma ferramenta, deixou à mostra a roupa íntima que usava — uma calcinha com estampa personalizada do cantor Pablo do Arrocha. O detalhe chamou a atenção da inquilina, já que era idêntica a uma peça que ela havia mandado fazer pela internet.

“Na hora eu congelei. Era minha. Não tinha como ser outra. A estampa, a cor, o modelo… tudo igual”, contou a inquilina, de 35 anos.

Ao ser confrontado, o dono do imóvel negou qualquer envolvimento. No entanto, o dono do imóvel confessou ter pegado as calcinhas, após saber que ele havia registro o boletim de ocorrência, lendo o noticiário local, ou seja, o Correio do Interior. Brevemente sem mais detalhes, ele admitiu que havia pegado as calcinhas, e também disse que decidiu falar a verdade por medo de ter que lidar com a polícia e alegou sofrer de uma obsessão por calcinhas femininas, chamando isso de “questão pessoal”.

Ele ainda propôs devolver todas as peças ou, se preferisse, compensá-la financeiramente. A proposta foi recusada.

“Não tem como eu aceitar aquelas calcinhas de volta, nem dinheiro. O que ele fez ultrapassa qualquer limite. Eu só quero sair daqui”, afirmou a moradora, que já está em busca de um novo local para viver.

Ela havia se mudado para o imóvel há pouco mais de cinco meses e agora, além do constrangimento, diz que se sente violada em um espaço que deveria ser de segurança e privacidade.

“É assustador saber que alguém mexia nas minhas coisas desse jeito”, desabafou.