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Covid-19 pode matar 700 mil pessoas na Europa até 2022

Gabriel Kazuo

23 de novembro de 2021
Atualização:23 nov 2021 às 23:24

A Organização Mundial da Saúde informou, no final da manhã desta terça-feira (23), que o Mundo já enfrenta a quarta onda da Covid-19cujo epicentro é a Europa, mais precisamente a Alemanha e demais países da Europa Oriental.

A entidade estima que essa onda mate 700 mil pessoas até março de 2022, e que o Continente acabe se tornando o líder global de óbitos por coronavírus. Outro alerta que a OMS é em relação à situação hospitalar, que pode entrar em colapso novamente nesses locais onde o quadro pandêmico está mais alto.

No entanto, a maior preocupação se dá com a chegada do inverno, período onde as doenças respiratórias se agravam, e para evitar um cenário catastrófico, a Organização Mundial da Saúde pede que a Campanha de Vacinação avance rapidamente na Europa, e que as medias restritivas de isolamento social retornem.

Até o momento, cerca de 1,5 milhão de pessoas já morreram de Covid-19, desde o período em que a pandemia começou e se nada for feito, essa quarta onda pode elevar essa conta para 2,2 milhões de mortes.

União Europeia teme retorno de lockdown em países-chave para a Economia

Não é a toa que a quarta onda da pandemia está gerando várias ”dores de cabeça” para os líderes da União Europeia, pois se o cenário se agravar ainda mais, muitos países serão obrigados a decretar lockdown, igual o que ocorreu na Áustria, comprometendo assim a Economia.

Por exemplo, na Irlanda, haverá toque de recolher a partir da meia-noite, e o ”passaporte de vacina” será exigido na entrada de cinemas e teatros. Além disso, o homeoffice voltará a ser obrigatório em alguns setores. Outros países que sofrem com o aumento de casos são Bulgária, Romênia, e demais países da extinta Iugoslávia.

Nesses países menos desenvolvidos, a principal causa do surgimento da quarta onda é no atraso da vacinação nesses países, com apenas 43% da população vacinada com duas doses, bastante abaixo da média no Continente, inclusive se comparado com países como o Brasil, por exemplo.

Gabriel Kazuo

Formando em jornalismo pela faculdade ESAMC, é jornalista de editoria geral no Correio do Interior. gabriel.kazuo@correiodointerior.com.br

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