Correio do Interior reconhece erro em reportagem citando pai de santo em Mairinque

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Correio Do Interior Reconhece Erro Em Reportagem Citando Pai De Santo Em Mairinque

No dia 12 de maio de 2024, o jornal Correio do Interior publicou uma matéria relatando a presença de um suposto trabalho espiritual deixado na porta de uma agência bancária no centro de Mairinque. O material incluía restos mortais de animais, como cabeça de porco e de bode, o que causou espanto e desconforto entre comerciantes e pedestres, segundo relatos recebidos pela nossa redação.

Diante da repercussão do fato, o Correio do Interior foi procurado por uma fonte que se apresentou como conhecedora da situação e alegou que o responsável pelo trabalho seria o pai de santo Haroldo de Xangô. A fonte, também ligada ao meio religioso, passou essas informações à nossa equipe, que, acreditando na veracidade do relato, publicou uma matéria mencionando diretamente o nome do referido líder espiritual como responsável pela ação.

O jornal ofereceu espaço para o pai Haroldo de Xangô apresentar sua versão, porém, na ocasião, ele optou por não se manifestar publicamente. Posteriormente, o caso resultou em um processo judicial, no qual ficou comprovado que a informação divulgada era falsa. A Justiça determinou a publicação desta retratação pública, além do pagamento de indenização ao líder religioso, reconhecendo que a matéria o prejudicou injustamente.

O Correio do Interior reconhece o erro cometido, lamenta profundamente os danos causados à imagem e à honra do pai Haroldo de Xangô, e reforça que a informação veiculada teve origem em uma fonte que agiu de má-fé, induzindo a reportagem a um equívoco grave.

Reafirmamos nosso compromisso com a ética jornalística, a checagem rigorosa das informações e o respeito a todas as crenças e manifestações religiosas. Este episódio reforça a importância de verificarmos cuidadosamente toda e qualquer informação antes de sua publicação.

A equipe do Correio do Interior lamenta o ocorrido e se retrata publicamente com o senhor Haroldo de Xangô e com toda a comunidade afetada pela publicação indevida.