Correio do Interior destacou que obras do calçadão em São Roque, estava abandonada e Prefeitura disse que era mentira…

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Obras De Reforma Do Calçadão De São Roque Estão Paradas E Geram Reclamações

Em novembro de 2024, o Jornal Correio do Interior recebeu informações e fotos de um comerciante informando que as obras de reforma do calçadão de São Roque estavam paradas pouco tempo após serem iniciadas, em outubro de 2024.

O comerciante, que pediu para não ser identificado por medo de represálias, disse que vinha acompanhando as obras de perto, dia após dia, mas notou que os trabalhos começaram a parar. Segundo ele, havia de dois a quatro funcionários no local, vez ou outra. Ao buscar informações com os operários sobre o andamento da reforma, foi informado por um deles que a empresa responsável estava empenhada em outra obra na Grande São Paulo.

Desde então, a paralisação passou a gerar transtornos aos comerciantes locais, bem como aos pedestres, havendo inclusive registros de acidentes com idosos e crianças. Isso porque o local nunca esteve devidamente isolado, apresentando risco de diversos tipos de acidentes.

Com base no relato do comerciante, que afirmou que a obra estava abandonada, o Jornal Correio do Interior procurou a empresa responsável, que não deu qualquer resposta. Já a Prefeitura, à época, assegurou que a obra estava dentro do cronograma e emitiu um comunicado alegando que a informação era Fake News, afirmando que operários trabalhavam diariamente no local — o que não condiz com os relatos da maioria dos comerciantes da região.

O comunicado sobre Fake News teria sido feito a comunicado do blog São Roque Notícias, com a intenção de atacar o Jornal Correio do Interior, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura. Atualmente, as obras continuam paradas, como já havia sido reportado anteriormente pelo Correio do Interior, que antecipou a situação.

Recentemente, a Prefeitura de São Roque também emitiu um novo comunicado informando que, diante dos problemas com a empresa que estava gerenciando a obra, foi necessário romper o contrato. A administração já abriu uma nova licitação para contratar outra empresa que possa dar continuidade à reforma.