
O trânsito em julgado da condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão estende sua inelegibilidade até 2060. As sentenças do TSE por abuso de poder em 2022 já o deixavam impedido até 2030, mas a pena criminal muda o cálculo.
A Lei da Ficha Limpa determina oito anos de inelegibilidade após o fim da pena. Como a sentença só começa a contar a partir do cumprimento, iniciado em 25 de novembro, o veto se estende por mais de três décadas.
Com isso, Bolsonaro só poderá voltar a disputar eleições nas gerais de 2062 ou nas municipais de 2064.
A condenação no STF inclui golpe de Estado, abolição violenta do Estado democrático de direito, liderança de organização criminosa armada, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Antes disso, o TSE já havia aplicado duas condenações eleitorais. Em junho de 2023, por abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação ao atacar as urnas em reunião com embaixadores. Meses depois, nova condenação pelas ações do 7 de setembro de 2022, quando utilizou estrutura pública em benefício de sua campanha.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




