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Caso Vitória Gabrielly completa 3 anos sem condenações dos envolvidos

Gabriel Kazuo

16 de junho de 2021 - updated: 19 dez 2021 às 11:45

No dia 10 de junho de 2018, uma família de Araçariguama registrou um Boletim de Ocorrência, relatando o desaparecimento de uma menina de 12 anos. A jovem Vitória Gabrielly havia saído para andar de patins, e logo em seguida sumiu de forma repentina. Depois disso, ela foi encontrada morta, e até agora, os julgamentos dos envolvidos ainda não acabaram.

Segundo as investigações policiais, Vitória foi morta por engano, devido a uma dívida de drogas. Os principais acusados foram: o servente de pedreiro Júlio César Ergesse bem como o casal Bruno Oliveira e Mayara Abrantes. Dos três, somente Júlio César foi condenado em júri popular.

Isso acontece pois os advogados de defesa de Bruno e Mayara entraram com recurso na Justiça, para impedir que os dois fossem para júri popular e esse processo se arrasta desde então. Júlio é o único que cumpre pena, com 34 anos de prisão, até conseguir uma progressão de pena.

Reviravolta no Caso Vitória deixa família inconformada

Contudo, no dia 22 de maio de 2021, uma pequena reviravolta no Caso Vitória deixou os familiares revoltados. A Justiça havia concedido a Júlio uma progressão de pena de 34 para 23,4 anos de prisãoAté agora, ainda não se sabe os motivos que levaram os juízes a rever a pena.

Após a morte da filha, os pais de Vitória, atualmente, estão trabalhando em projetos sociais de ONGs. Eles criaram um Instituto em memória à filha, onde eles ajudam adolescentes e jovens necessitados. Aliás, ambos trabalham como servidores públicos na Prefeitura de Araçariguama.

Gabriel Kazuo

Formando em jornalismo pela faculdade ESAMC, é jornalista de editoria geral no Correio do Interior. gabriel.kazuo@correiodointerior.com.br

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