
Um bebê de apenas sete meses de vida foi levado em estado de emergência para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 29, em Rio Claro, interior de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (28/11), após ter engolido uma bituca de cigarro e um pedaço de maconha. O incidente causou uma mobilização dos profissionais de saúde e também deverá ser apurado pela Polícia Civil.
A mãe da criança, uma jovem de 24 anos, havia confiado a supervisão do bebê ao seu irmão enquanto acompanhava seu outro filho à escola. Ao retornar, soube que o bebê havia mastigado e engolido a ponta de um cigarro e um pedaço de maconha. Segundo o próprio tio, o material pertencia à mãe do bebê.
Assustada e em pânico, a mãe levou seu bebê para UPA para assistência médica. A equipe hospitalar comunicou o fato às forças de segurança pública e recomendou que a mãe permanecesse na unidade durante um período de observação de 24 horas. Contudo, ela retirou-se do local antes da liberação médica — levando o bebê consigo — o que resultou no registro de uma ocorrência pela Guarda Civil Municipal e na convocação do Conselho Tutelar.
O ocorrido será apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Rio Claro. A retirada da mãe sem autorização médica e o risco de saúde imposto ao bebê suscitam sérias suspeitas de negligência e de colocação da criança em situação de perigo.
Casos análogos já foram documentados em diversas localidades do país, resultando na hospitalização de crianças — e, em circunstâncias mais graves, até em óbito — após a ingestão de restos de maconha abandonados por adultos.
As autoridades reiteram a urgência de manter substâncias de risco fora do alcance de menores e alertam para os riscos de envenenamento. A notificação e comunicação imediata a hospitais e órgãos de proteção à criança são cruciais nessas situações.
Enquanto a investigação segue o seu curso, o caso serve como um alerta severo sobre a importância da vigilância no cuidado infantil e os perigos do descuido doméstico com substâncias ilícitas.

Jornalista com mais de 9 anos de experiência, estudou na faculdade ESACM, e trabalhou no jornal impressos O Democrata, com circulação na região de São Roque, interior de São Paulo, bem como trabalhou na televisão, na REDETV em Osasco, sendo produtor do RedeTV News, trabalhou por um período no São Roque Notícias em 2011, e fundou o popular jornal Correio do Interior em 2016. Em 2020 tornou-se correspondente do Metrópoles no interior de São Paulo. Ainda em 2020 foi convidado pelo Google Brasil a participar do Google News Initiative (GNI) para aprimorar-se em boas práticas do jornalismo digital. Como jornalista é especialista em assuntos de vagas de trabalho, noticias locais e conteúdos de editoria regional e policial.




